O kebab ou espetada tem todo o direito de ser um prato internacional. E de estar ao nível ou superior ao burguer do sonho americano. Lógico que não sigo as regras religiosas e baseei-me no meu gosto pessoal, começando pelo uso do porco. Utilizei banha de porco feita por mim e uma mistura de carne de porco com carne de vaca moída.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
9 formas para economizar mais nas compras de comida
Quantas vezes, em casa, se questiona de como é possível gastar tanto dinheiro em comida e sempre com desperdício ou duplicação, normalmente, de coisas que nem sequer iria precisar só porque havia uma boa campanha?
Existe uma maior consciência de que é necessário mudar mentalidades a nível social, que todos contribuirmos para a sustentabilidade do mundo e de que existem pessoas desfavorecidas.
Deixo aqui o meu contributo:
1. Fazer uma lista de compras e, ser fiel a essa lista
2.Programar as refeições para a semana (não ser rígido neste campo mas, ter uma ideia)
3.Existirão ingredientes que se irão repetir nos pratos que foram programados para a semana, evitar duplicações
4. Rever sempre o frigorífico e/ou congelador antes de sair de casa, para evitar duplicações desnecessárias
5. Antes de ir às compras, ver as promoções, comparar preços e ofertas e ver se consta na lista (ser fiel à lista é importante), depois opte pelo mais barato/qualidade
6. Evitar circuitos de compras rotineiros (sempre o mesmo Supermercado ou Hipermercado), por vezes existem melhores oportunidades nos talhos, peixarias ou mercados da sua zona. Aliás, se optar por fazer as suas compras por categoria, poupa mais.
7. Aprender as boas técnicas de conservação dos alimentos (acondicionar o peixe, carne e vegetais em porções prontas a cozinhar as refeições antes programadas)
8. As frutas e os legumes que, visivelmente, mostram que se estão a estragar, dê-lhes uso rapidamente em puré, mousses, doces, geleias, sumos, pastas ou molhos para massas italianas
9. Não se esqueça quanto menos vezes, por semana, for às compras menos gasta!!!
Existe uma maior consciência de que é necessário mudar mentalidades a nível social, que todos contribuirmos para a sustentabilidade do mundo e de que existem pessoas desfavorecidas.
Deixo aqui o meu contributo:
1. Fazer uma lista de compras e, ser fiel a essa lista
2.Programar as refeições para a semana (não ser rígido neste campo mas, ter uma ideia)
4. Rever sempre o frigorífico e/ou congelador antes de sair de casa, para evitar duplicações desnecessárias
5. Antes de ir às compras, ver as promoções, comparar preços e ofertas e ver se consta na lista (ser fiel à lista é importante), depois opte pelo mais barato/qualidade
6. Evitar circuitos de compras rotineiros (sempre o mesmo Supermercado ou Hipermercado), por vezes existem melhores oportunidades nos talhos, peixarias ou mercados da sua zona. Aliás, se optar por fazer as suas compras por categoria, poupa mais.
7. Aprender as boas técnicas de conservação dos alimentos (acondicionar o peixe, carne e vegetais em porções prontas a cozinhar as refeições antes programadas)
8. As frutas e os legumes que, visivelmente, mostram que se estão a estragar, dê-lhes uso rapidamente em puré, mousses, doces, geleias, sumos, pastas ou molhos para massas italianas
9. Não se esqueça quanto menos vezes, por semana, for às compras menos gasta!!!
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Mercado do peixe
O mercado de Vila Real de S. António é uma visita obrigatória para quem viaja pelo Sotavento Algarvio. O mar mediterrâneo oferece uma riqueza de espécies marinhas sem precedentes. Os mariscos e os moluscos são o ex-libris graças à fusão das águas (ria Formosa, rio Guadiana e entrada do mar mediterrâneo) carregadas de nutrientes.
Aconselho que visitem o mercado bem cedo (se forem na época balnear, antes das 10 da manha) caso contrário correm o risco de não verem muita variedade, pois a afluência de turistas espanhóis e portugueses é enorme.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Filetes de pescada com puré de alho frances
Embora o empratamento ou a foto não terem ficado como desejado, a conjugação de peixe frito com puré de legumes é fantástica. Experimentar coisas novas é o lema!
Ingredientes:
Ingredientes para Puré:
Indicações:
1.Cortar os filetes em pedaço (para que seja mais rápido a cozinhar). 2.Marinar por meia-hora o peixe com uma pasta de louro, alho, sal grosso, pimenta e sumo de limão. 3. Albardar os filetes (farinha, ovo batido, farinha). 4. Fritar em pouco azeite, ir virando até alourar todas as fazes do filete.
Indicações para puré:
1.Lavar os legumes e cortá-los em pedaços finos. 2. Saltear os legumes numa frigideira funda, com manteiga e alho picado. 3.Acrescentar aos poucos o caldo de galinha ou de vegetais até atingir a consistência pretendida para o puré. 4.Passar tudo no liquidificador e temperar a gosto de sal e pimenta.
Sugiro que emprate num prato de sopa grande, com o puré a fazer de cama ao peixe. Acompanhe com vinhos verdes ou brancos secos.
Ingredientes:
- 4 filetes de pescada
- 2 dentes de alho
- 1 folha de louro
- 1 limão
- Sal e Pimenta Q.B.
- Farinha
- 1 ovo
Ingredientes para Puré:
- 4 alho francês
- 1 dente alho
- 1 courgette ou batata
- 150 ml caldo de galinha
- 2 colheres de manteiga
- Sal e Pimenta Q.B.
Indicações:
1.Cortar os filetes em pedaço (para que seja mais rápido a cozinhar). 2.Marinar por meia-hora o peixe com uma pasta de louro, alho, sal grosso, pimenta e sumo de limão. 3. Albardar os filetes (farinha, ovo batido, farinha). 4. Fritar em pouco azeite, ir virando até alourar todas as fazes do filete.
Indicações para puré:
1.Lavar os legumes e cortá-los em pedaços finos. 2. Saltear os legumes numa frigideira funda, com manteiga e alho picado. 3.Acrescentar aos poucos o caldo de galinha ou de vegetais até atingir a consistência pretendida para o puré. 4.Passar tudo no liquidificador e temperar a gosto de sal e pimenta.
Sugiro que emprate num prato de sopa grande, com o puré a fazer de cama ao peixe. Acompanhe com vinhos verdes ou brancos secos.
domingo, 10 de agosto de 2014
O Verão
Eu e mais três irmãos, todos os Verões partíamos para Sesimbra e voltávamos costas à cidade. Três meses desligados da civilização.
Nesse periodo, despíamos a roupa e os sapatos, Andávamos semi-nus os três meses, tal e qual, como naquelas tribos que vemos no meio das florestas tropicais. O contacto com a Natureza era o nosso dia-a-dia.
Lembro-me que vivamos o mar, onde todas as brincadeiras com os primos se baseavam sempre na "caça", fosse para comer, para fazer colecção, para vender ou só para explorar.
Não tínhamos horas, não tínhamos regras, éramos nós e o mar, quando a luz do sol ia embora, íamos para casa e só se fazia planos se fosse para combinar outra "caça" para a próxima maré vazia. Às sextas à noite, os meus tios montavam os "covos" e ficámos ali na praia até de madrugada na esperança de uma grande pescaria.
Mas, as manhãs eram a melhor parte, tínhamos de acordar bastante cedo para apanhar a maré vazia e, este é o momento que ficará para sempre na minha memória, o cheiro a maresia e a oceano intenso que nos dá a sensação que somos os primeiros a chegar à praia e a saudar o mar.
Nessa altura, ali nas rochas (que agora são um estaleiro abandonado) apanhávamos santola, polvo, safio, moreia, lapas, mexilhão, chocos, raias, budião, tudo com as mãos ou pequenas pescas rudimentares feitas por nós com a ajuda do meu pai e tios.
Quem ler este texto, de certeza recordar-se-á, do "passadiço" que ligava a praia das "pedrinhas" à praia da "Califórnia". Um paraíso, em termos de variedade de espécies marinhas (aliás, nesta altura Sesimbra tinha um comércio muito intenso de venda de algas marinhas e fígados de tubarão gata para a industria de beleza e farmacêutica). Foi durante muitos anos o meu recreio.
Nesse periodo, despíamos a roupa e os sapatos, Andávamos semi-nus os três meses, tal e qual, como naquelas tribos que vemos no meio das florestas tropicais. O contacto com a Natureza era o nosso dia-a-dia.
Lembro-me que vivamos o mar, onde todas as brincadeiras com os primos se baseavam sempre na "caça", fosse para comer, para fazer colecção, para vender ou só para explorar.
Não tínhamos horas, não tínhamos regras, éramos nós e o mar, quando a luz do sol ia embora, íamos para casa e só se fazia planos se fosse para combinar outra "caça" para a próxima maré vazia. Às sextas à noite, os meus tios montavam os "covos" e ficámos ali na praia até de madrugada na esperança de uma grande pescaria.
Mas, as manhãs eram a melhor parte, tínhamos de acordar bastante cedo para apanhar a maré vazia e, este é o momento que ficará para sempre na minha memória, o cheiro a maresia e a oceano intenso que nos dá a sensação que somos os primeiros a chegar à praia e a saudar o mar.
Nessa altura, ali nas rochas (que agora são um estaleiro abandonado) apanhávamos santola, polvo, safio, moreia, lapas, mexilhão, chocos, raias, budião, tudo com as mãos ou pequenas pescas rudimentares feitas por nós com a ajuda do meu pai e tios.
Quem ler este texto, de certeza recordar-se-á, do "passadiço" que ligava a praia das "pedrinhas" à praia da "Califórnia". Um paraíso, em termos de variedade de espécies marinhas (aliás, nesta altura Sesimbra tinha um comércio muito intenso de venda de algas marinhas e fígados de tubarão gata para a industria de beleza e farmacêutica). Foi durante muitos anos o meu recreio.
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